sábado, 16 de março de 2013

Dengue: 35 município do Rio vivem epidemia. Baixada Fluminense está em alerta


Trinta e cinco cidades do estado do Rio já vivem uma epidemia de dengue, segundo balanço da Secretaria estadual de Saúde divulgado ontem. O número representa 38% dos municípios do estado. A situação mais grave é registrada na Região Noroeste, onde apenas Varre-Sai não integra a lista. Na Baixada Fluminense, as cidades também estão em estado de alerta porque podem enfrentar uma epidemia nas próximas semanas.

Para tentar frear o avanço da doença, a Secretaria de Saúde implantou, em parceria com as prefeituras, 46 Centros de Hidratação em em 30 municípios do estado. As regiões do Noroeste e Médio Paraíba são as que concentram mais centros. Entre os municípios, o que tem mais unidades é Volta Redonda, com oito no total.
 
- A indicação é que a população procure o posto de hidratação logo nos primeiros sintomas de febre e dores no corpo - disse Alexandre Chieppe, superintendente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da Secretaria estadual de Saúde.
A hidratação é fundamental para reduzir o risco de agravamento da dengue.
Do início do ano até o último dia 9, foram notificados 41.409 casos de dengue em todo o estado, 24,5% a mais do que o registrado no mesmo período do ano passado(33.261). As duas mortes confirmadas, no último dia 7, no Hospital Municipal de Araruama ainda não foram incluídas no último balanço da Secretaria de Saúde. Portanto, segundo dados oficiais do estado, não há notificação de morte pela doença.

Na Baixada Fluminense, o número de registros de dengue cresceu 40,6%. Do início do ano até o último dia 9, foram 2.965 casos em 11 cidades da região. No mesmo período de 2012, 2.108.
Entre os critérios considerados para que um município entre em epidemia está o registro de mais de 300 casos por 100 mil habitantes, o aumento de notificações de transmissão da doença por três semanas ou mais consecutivas e números acima do limite esperado para a localidade num determinado período de tempo.

Fique atento aos sinais da doença

- Sintomas da doença
Febre, dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, prostração e manchas vermelhas na pele. A pessoa com a doença pode apresentar apenas alguns desses sintomas.

- Hidratação

Qualquer pessoa com sintoma de dengue pode procurar os Centros de Hidratação, que contam com poltronas de hidratação e material para a realização de exames de sangue.
- Sinal de alerta
Se a febre passar, mas alguns dos outros sintomas persistirem, isso pode indicar que a dengue está evoluindo. O paciente deve ser reavaliado por um médico.

- Remédios

Pacientes com dengue devem beber bastante água e evitar remédios como anti-inflamatórios e ácido acetilsalicílico (AAS, Aspirina). Já outros remédios, como o paracetamol, devem ser usados com cautela.

- 10 minutos por semana

A campanha 10 Minutos Contra a Dengue quer estimular a população a investir 10 minutos por semana para eliminar possíveis criadouros do mosquito em suas casas, já que o ambiente doméstico concentra 80% dos focos.

- Vistoria em casa

Retire os pratos sob os vasos de planta para não acumular água. Garrafas devem ficar emborcadas. Não deixe juntar água na caixa do ar-condicionado. Limpe lajes e calhas com frequência para evitar o acúmulo de água da chuva. Jogue água sanitária semanalmente nos ralos.Fonte: extra.globo







domingo, 3 de março de 2013

VOLTA REDONDA CHEGA NA FRENTE


VOLTA REDONDA

Com a finalidade de salvar vidas com a política de prevenção às drogas, que será uma referência para outras cidades, foi implantada, ontem, no município a Coordenadoria Municipal de Prevenção às Drogas. O órgão público, recém criado pelo governo municipal, será coordenado pela ex-vereadora Neuza Jordão, que foi empossada na mesma solenidade pelo prefeito Antonio Francisco Neto (PMDB). 

A coordenadoria irá funcionar no bairro Aterrado, no mesmo prédio que já abriga a 4ª Delegacia da Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (JUCERJA) e a Coordenadoria de Indústria e Comércio.
Durante o evento, realizado no auditório do palácio 17 de Julho, a ex-vereadora Neuza Jordão, que também é médica, falou da importância do órgão lembrando que a ideia é executar políticas públicas de prevenção às drogas. Em seus discurso, Jordão disse ainda que a intenção é priorizar as crianças e os adolescentes. “A prevenção significa chegar antes, elaborar um estudo, diagnóstico para identificar as drogas usadas e os usuários para depois desenvolver a política de prevenção”, destaca a coordenadora, lembrando que a Coordenadoria contará com um telefone 0800 para contatos. 

Jordão lembrou ainda que, com esse passo, Volta Redonda sai mais uma vez na frente como referência na região ao criar a Coordenadoria de Prevenção às Drogas. Para ela, trata-se de um importante desafio que irá mobilizar uma equipe para chegar e enfrentar o problema. “Estou honrada com o cargo e agradeço ao prefeito Neto pela sua sensibilidade. Prometo que juntos iremos trabalhar para salvar muitas vidas”, garante, destacando a iniciativa do prefeito em buscar uma solução para cuidar de jovens que necessitam de orientação.

PREFEITO FALA DA CRIAÇÃO DA COORDENADORIA

Neto falou sobre a criação da coordenadoria e declarou ainda que Neuza Jordão é a pessoa certa para desenvolver as atividades da Coordenadoria. Para ele, a ex-vereadora tem capacidade para desenvolver um bom trabalho em que a sociedade voltaredondense está junto com ela para que tudo dê certo no objetivo de salvar muitas vidas com a política de prevenção às drogas. Ele garantiu que a coordenadora poderá contar com o apoio ele e do vice prefeito Carlos Paiva.

Outra que falou da importância da criação da coordenadoria foi a presidente da Câmara de Volta Redonda, vereadora América Tereza (PMDB). Seguindo ela, há pouco tempo sentiu na pede o problema. Ela declarou que, para salvar o filho, teve de viajar quilômetros para Belo Horizonte(MG) buscar atendimento em uma clínica especializada. “Meu filho ficou internado na unidade durante 9 meses para se recuperar, o que causou transtorno por causa da distância”, relata. Ela falou ainda de uma mãe desesperada que a procurou na Câmara para tirar a filha do uso de crack. 

O ex policial militar e atual vereador Sidney Dinho (PSC), destacou a felicidade de estar participando da implantação do órgão. Segundo ele, com essa ação, o prefeito se mostrou comprometido em investir na área de prevenção às drogas. “Durante 22 anos como policial nas ruas convivi com os problemas que a droga causa para as famílias com jovens viciados. Por isso parabenizo o prefeito pela iniciativa”, declara.

O evento de implantação e posse na Coordenadoria de Prevenção contra ás Drogas contou com a presença de representantes de entidades sociais diversas de vários segmentos como a coordenadora do Conselho Municipal de Políticas Públicas para Drogas e Álcool (COMUDA), Maria Luiza Arantes, professora e doutora Rita Calvacanti (UFRJ), Coordenadora da Ong Ideais Fatima Cardoso e outros.







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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Rio está em estado de alerta para epidemia de dengue


Ministério da Saúde: Rio está em estado de alerta para epidemia de dengue

RIO — O município do Rio está em situação de alerta para epidemia de dengue. A informação foi divulgada nesta segunda-feira pelo Ministério da Saúde, em pesquisa que identifica onde estão concentrados os focos do mosquito transmissão da doença. De acordo com o Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), em janeiro deste ano, 267 municípios brasileiros estavam em situação de risco para dengue; 487 em situação de alerta e 238 em situação satisfatória. O levantamento foi realizado em 983 municípios. No mesmo período do ano passado, 765 cidades fizeram a pesquisa, sendo que 146 foram consideradas em risco; 384 em alerta e 235 em situação satisfatória.

Por região, a maior concentração das larvas do mosquito em reservatórios de água ocorreu no Nordeste, com 76,2%. Por outro lado, foi na Região Sudeste onde se concentraram os maiores focos em depósitos domiciliares, com 63,6%. Quanto às capitais, o LIRA a deste ano apontou situação de risco em Palmas (TO) e Porto Velho (RO); de alerta em Belém (PA); Manaus (AM); Rio Branco (AC); Aracaju (SE); Fortaleza (CE); Maceió (AL); Recife (PE); Salvador (BA); São Luís (MA); Belo Horizonte (MG); Rio de Janeiro (RJ); Brasília (DF); Campo Grande (MS) e Goiânia (GO). Já Boa Vista (RR); João Pessoa (JP) e Teresina (PI) apresentaram índice satisfatório.

“O levantamento deve servir para alertar os estados e os municípios. Os gestores locais devem combinar as ações nas casas das pessoas, seja na coleta do lixo ou na limpeza das caixas d´água.

Devemos agir para evitar mais óbitos e casos graves” afirmou, em nota, o secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa.

O Ministério da Saúde também divulgou nesta segunda-feira um novo boletim epidemiológico da dengue, mostrando uma redução de 44% nos casos graves e de 20% nas mortes pela doença, nas primeiras sete semanas de 2013, em comparação ao mesmo período do ano passado.

De 1º de janeiro a 16 de fevereiro, foram confirmados 324 casos graves – contra 577 em 2012 – e 33 mortes – contra 41 no ano passado. Se comparado a 2010, o desempenho representa redução de 91% nos casos graves e de 77% para as mortes. Fonte: extra.globo


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Viciados em crack se espalham pela cidade


Enquanto polêmica cresce, viciados em crack se espalham pela cidade
Em meio a discussões sobre a internação involuntária, usuários voltam para a Avenida Brasil
Rio -  Enquanto cresce a polêmica causada pela internação involuntária de usuários de crack pela Prefeitura, os viciados se espalham pela cidade.
Nesta quarta-feira, muitos deles voltaram a se aglomerar na Avenida Brasil, bem ao lado do posto da Secretaria de Assistência Social erguido pela Prefeitura no local onde se situava a antiga cracolândia, na entrada do Parque União, na Ilha do Governador.

Dezenas de usuários podiam ontem ser vistos
 consumindo crack a 300 metros da equipe da prefeitura.
“Nosso trabalho é de convencimento. Quem quiser ser ajudado, terá tratamento. Apenas aqueles que estiverem em estado grave de saúde terão a internação involuntária decretada por agentes da Secretaria Municipal de Saúde”, disse o subprefeito da Zona Norte, André Santos.

Nesta quarta-feira, seis adultos e um adolescente pediram para ser tratados. A antiga cracolândia está sendo higienizada, e um posto avançado da assistência social será montado naquele local.

O vereador Renato Cinco (Psol) está recolhendo assinaturas para instalar uma CPI que vai apurar denúncias de maus-tratos aos dependentes internados e a eficácia desse tipo de tratamento.

Para Renato Cinco, a solicitação da CPI está ligada ao caráter humanitário que a discussão precisa ter: “Os desvios de verba em abrigos especializados e o tratamento com doses cavalares de remédios a crianças têm que ser investigados. A sociedade precisa debater a truculência da internação forçada”, disse o vereador.
Para que a CPI seja instaurada, são necessárias 17 assinaturas. Até ontem, apenas cinco delas haviam sido colhidas. A preocupação do vereador também está ligada à quantidade de leitos disponíveis. A saúde carioca tem hoje apenas 40 vagas para viciados.Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social, seriam necessários pelo menos 180 leitos para dar conta da realidade das cracolândias espalhadas pela cidade.

Viciado escolhe entre parar ou seguir com tratamento

Cerca de 72 horas após ser tirado das ruas pela internação involuntária, o viciado pode optar por seguir com o tratamento ou não. Segundo a Secretaria Municipal de Governo, o modelo adotado foi escolhido por ser considerado menos agressivo e mais imediato.

A internação involuntária é decretada por um médico que faz o diagnóstico imediato, enquanto a compulsória necessita de uma determinação judicial.
O método teria perfil mais adequado aos viciados cariocas, que se encontram, na maioria, com a saúde bem debilitada. Críticos alegam que a involuntária teria de ser pedida por algum parente, o que não ocorre no Rio. fonte O Dia Online



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domingo, 10 de fevereiro de 2013

Entra ano e sai ano continua a mesma coisa


Entra ano e sai ano continua a mesma coisa
Extorsão na Novo Rio
Taxistas e motoristas de vans cobram preços abusivos na área de desembarque da rodoviária
Rio -  As mais de 20 mil pessoas que desembarcaram ontem na Rodoviária Novo Rio pagaram caro por passar o Carnaval na Cidade Maravilhosa. Literalmente. Na área destinada ao desembarque, taxistas e motoristas de vans faziam dos seus veículos lotações e estipulavam preços abusivos cobrados por passageiro. Os turistas, que não tinham outra opção, pagavam o que era pedido depois de esperar por uma hora na fila com 200 pessoas.

As corridas para a Zona Sul, que pelo taxímetro custariam, no máximo, R$ 40, saíam a R$ 50 por pessoa, em estilo lotada. Quem só podia usar a van pagava R$ 15. Para a Barra da Tijuca, o preço chegava a estratosféricos R$ 130 por passageiro. “Vou para Vila Isabel com a minha esposa e nos cobraram R$ 80. Ainda dividirei espaço com dois desconhecidos”, contou o engenheiro Marcos, de Ribeirão Preto.
Consultadas, as cooperativas com guichês na Rodoviária, às quais os veículos são conveniados, diziam não se responsabilizar pela prática. “A forma com que a tarifa é cobrada é de responsabilidade do motorista. Mas, se quiser sair daqui, vai ter que acabar cedendo à prática”, declarou a atendente da Novo RioCoop. Mesmo não assumindo a culpa pela extorsão, motoristas uniformizados negociavam preços livremente com quem aguardava na fila.
Em frente ao embarque,onde se posicionava uma viatura da Polícia Militar, motoristas usavam o taxímetro corretamente. Uma multidão se acotovelava por esses poucos veículos.
Fiscalização intensificada
Ao saber da denúncia de O DIA, o secretário municipal de Transportes, Carlos Osório, admitiu o problema no entorno da Rodoviária e prometeu providências: “Sabemos da cobrança indevida na Novo Rio e em pontos que reúnem turistas. Já realizamos operações pontuais. Verificaremos a conivência das cooperativas com o crime e intensificaremos a fiscalização”, prometeu.
Hoje, a cidade conta com a operação volante Taxi-Legal, que fiscaliza as condições mecânicas, documentais e de cobrança dos veículos em pontos pré-estabelecidos.


Rio na Prevenção  


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Começa hoje internação compulsória de dependentes da Cracolândia


Começa hoje internação compulsória de dependentes da Cracolândia
Agência Brasil

As internações compulsórias ou involuntárias de dependentes químicos na região da Cracolândia começam nesta segunda-feira, 21, por meio do trabalho conjunto de profissionais da saúde, do Ministério Público, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). 


 A medida foi oficializada pelo governo do estado no último dia 11, com o objetivo de dar apoio aos usuários de drogas, fornecendo principalmente tratamento ambulatorial e fazendo o maior número possível de internações voluntárias.De acordo com a secretaria estadual de Justiça, haverá um plantão jurídico no Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), no bairro do Bom Retiro, com juízes, promotores públicos e advogados designados pela OAB. 

O funcionamento será de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 13h. A operação começa pelo próprio bairro, com os agentes percorrendo toda a região para avaliar quais são os dependentes químicos em maior situação de risco e sem consciência de seus atos. Eles serão dirigidos à internação compulsória ou involuntária somente depois de uma avaliação médica e judicial.

O professor titular de psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Ronaldo Laranjeira, mostrou-se favorável à medida. 

Segundo ele, os dependentes químicos que estão muito envolvidos com drogas, principalmente com o crack, perdem a consciência. “Isso já vem acontecendo há um bom tempo e temos que entender o que é compulsória, que é o determinado pela Justiça, e involuntária, que é feita pelo médico e família. No estado de São Paulo já temos cerca de 700 leitos especializados e metade já estão sendo ocupados pelas vagas compulsórias ou involuntárias."

Para Laranjeira, o que se propõe com esse projeto é uma melhor sistematização da lei, começando por um região onde há pessoas em condição crítica de saúde mental e física e apurando a necessidade da internação. “Isso nada mais é do que cuidados mais intensivos. As classes média e alta, que têm dinheiro, já fazem internação involuntária e compulsória o tempo todo. É um direito das pessoas que só contam com o Sistema Único de Saúde (SUS), como é o caso da Cracolândia, receber esse cuidado extremo."

O vice-presidente do Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo (CRESS-SP), Marcos Valdir Silva, avalia justamente o contrário. Para ele, a retirada e a internação compulsória desses dependentes não passa de uma política de higienização do centro da cidade. “Defendemos que haja políticas públicas integradas e não só uma ação repressora, que não foi discutida com a sociedade e profissionais da área, e que no fundo só quer resolver a ponta do iceberg e buscar uma solução para aqueles que estão gerando problema coletivo." 

Silva avalia que as internações compulsórias vão criar grandes e lotados manicômios. Segundo ele, uma solução para evitar isso é difícil, mas deve começar com investimentos na prevenção do uso de drogas, nos centros de apoio psicossocial, além do cumprimento do que está previsto na lei no que se refere à dependência química.
“A internação compulsória reprime.

O dependente de drogas precisa de tratamento e não ser privado de liberdade e ser submetido a um tratamento."  Para Silva, ao sair d internação compulsória é certo que o paciente recaia na dependência química.

O vice-presidente da Comissão Especial da Criança e do Adolescente do Conselho Federal da OAB, Ariel de Castro Alves, ressaltou que os dois tipos de internação estão previstos na lei e podem ser aplicados, com a ressalva de que não sejam usados como limpeza social. “A internação involuntária ou compulsória só deve ser aplicada nos casos crônicos que já foram atendidos em vários programas sociais e de saúde pública sem efeito. Nesses casos, a última tentativa é essa intervenção excepcional para tentar salvar a pessoa."

Segundo Ariel, é preciso levar em conta que se todas as tentativas não surtirem efeito muitos desses dependentes químicos podem cometer crimes e ir para as penitenciárias ou mesmo serem assassinados na rua. “O papel do poder público é garantir a proteção e o bem estar social das pessoas. Se as medidas forem no sentido de garantir a proteção social como última saída para salvaguardar a vida é pertinente, mas deve ser feita uma análise individual e não generalizada, com as pessoas sendo recolhidas à força”, disse.




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Na Paróquia N.Sra. do Rosário de Fátima na Taquara e na N.Sra. do Loreto - Freguesia é R$ 10,00. Maiores informações ligar no telefone 2423-4071.





RIO NA PREVENÇÃO
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